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11.4.12

Projeto O Fantástico Mundo do Sítio do Pica Pau Amarelo


O FANTÁSTICO MUNDO DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO 


OBJETIVO: Conhecer a importância de Monteiro Lobato na Literatura e na história do Brasil. 

JUSTIFICATIVA: Monteiro Lobato é considerado o mais importante autor de literatura infantil no Brasil. Além disso, foi o fundador de algumas das primeiras editoras do país, que existem até hoje. 

METODOLOGIA: Leitura de obras do autor, fichamento de dados, pesquisa e atividades interdisciplinares sobre o tema: Sítio do Picapau Amarelo. 

SUGESTÃO DE FILMES: O POÇO DO VISCONDE 


O SACI 

CONCLUSÃO: O projeto terá sua culminância numa exposição com os trabalhos dos alunos relacionados à obra de MONTEIRO LOBATO e apresentação da peça teatral com os personagens do Sítio do Picapau Amarelo. (Produção e editoração Áudio-Visual das Atividades do PROJETO MONTEIRO LOBATO). 


MÚLTIPLAS INTELIGÊNCIAS 

A partir da escolha do tema: Sítio do Picapau Amarelo, nos lançamos a trabalhar um conjunto singular e inovador de pressupostos, de objetivos pedagógicos, a partir dos quais o desenvolvimento intelectual da criança esteja voltado para os desafios da pesquisa, investigação e expressão dos resultados. Neste processo investigativo, todas as linguagens são sugeridas: palavras, movimentos, desenhos, montagens, pinturas, teatro com fantoches, colagens, dramatização, músicas e informática.

Toda a exploração temática gira em torno de um projeto de diversas linguagens, porque essa forma de trabalho viabiliza o uso das múltiplas inteligências: a inteligência lingüística, com textos, manchetes, trovas, receitas, jogos de palavras, slogans, poemas, quadrinhos, etc.; a inteligência lógico-matemática, com gráficos, médias, medidas, proporções, estatísticas, formas geométricas; a inteligência espacial, com desenhos, gravuras, pinturas, mapas, legendas, cartas enigmáticas, painéis ilustrados; a inteligência sonora ou musical, letras, paródias, fundos musicais, seleção de ruídos, cantigas; a inteligência cinestésico-corporal, com dramatizações, danças contextualizadas, jogos com mímica; a inteligência naturalista, com colagens envolvendo animais e plantas, associados entre os elementos do tema e o mundo animal ou vegetal, pesquisas ambientais, associação a ecossistema; a inteligência intra e interpessoal, com debates, ajudas solidárias entre os membros do grupo, campanhas de apoio a causas humanitárias, resgate de valores da solidariedade, auto-estima e muito mais.

E, nesse modelo pedagógico, o papel dos professores, é o de ser um grande questionador, que levanta dúvidas, estabelece enigmas, propõe problemas, sugere desafios, incita à pesquisa. Nesse fazer pedagógico, sua função inclui decodificação de símbolos, análise de gráficos, exploração de mapas, ou seja, a inclusão de estratégias que suscitem o desenvolvimento das múltiplas inteligências.

Especialmente em relação ao desenvolvimento de um projeto sobre a obra de Monteiro Lobato, o ponto de partida é instigar a curiosidade dos alunos. Isto pode ser feito, a princípio de uma forma despretensiosa: solicitar aos alunos que assistam a um episódio do Sítio, exibido na televisão. Com dia marcado para a exibição do capítulo, o professor sugere que os alunos façam uma retomada oral sobre a história apresentada e, a partir daí, lança o desafio de conhecer o pai da literatura infanto-juvenil, Monteiro Lobato.

Nesse momento, leva todos os alunos para a biblioteca, a fim de que possam coletar dados sobre o autor. O professor, como um fazedor de perguntas, determina com clareza o objetivo que se busca alcançar: nome completo, data e local de nascimento e morte, fatos marcantes de sua vida, trajetória profissional, considerações importantes acerca da vida pessoal/familiar, curiosidades sobre a personalidade em estudo, contribuições deixadas à humanidade, obras produzidas, contexto histórico, etc.

Nessa busca, é importante que se relacione e se disponibilize diversas fontes de informação: livros, revistas, entrevistas, internet...

O professor explica como organizar a coleta de dados, a forma de registro, a transcrição do que está sendo investigado. Esse é um momento muito rico, pois além do trabalho efetivo com a metodologia da pesquisa, o professor tem a oportunidade de verificar se os alunos conseguem comparar, analisar, sintetizar, deduzir, classificar, criticar, interrogar, registrar, interagir (habilidades operatórias imprescindíveis para o desenvolvimento cognitivo). Essa fase também é interessante para a percepção das curiosidades individuais, das relações estabelecidas entre o assunto pesquisado e o interesse que se manifesta em cada um dos alunos.

Organizada essa fase inicial, o professor passa à apresentação dos dados coletados e os organiza no quadro em forma de esquema-síntese. A partir daí, traz ao grande grupo elementos que não foram explorados pela turma e coloca à disposição fotos, gravuras, propagandas de livros, encartes, notícias coletadas sobre a vida e a obra do autor (e, nesse processo, o professor também é pesquisador e coletor de dados) que serão organizados em um grande painel que, a partir de então, identificará o objeto de estudo da turma: a vida e a obra de Monteiro Lobato.

Cabe, nesse momento, sinalizar que o ambiente escolar (no caso, a sala de aula) deve sugerir o tema investigado. É importante que o assunto trabalhado apareça visualmente, contemple e desperte o desejo de busca por mais informações.

Abertura do Projeto 

Quando projetos são implantados, é importante que os professores permitam aos alunos a concentração dos trabalhos escolares em torno do tema a ser investigado. Esse tema, para ter caráter de interdisciplinaridade, precisa ter inserido no planejamento pedagógico, nas diferentes áreas do conhecimento, de modo a contemplar os objetivos conceituais propostos em cada disciplina. Os conceitos, conhecimentos e habilidades precisam ser costurados, de uma maneira genérica, pela equipe de professores. A antecipação e/ou adequação de conteúdos podem ser realizadas, desde que se mantenha o respeito aos pré-requisitos.

Erro imperdoável é fazer com que conteúdos caiam de pára-quedas sobre o projeto em desenvolvimento. Já foi o tempo em que se adequava, por exemplo, problemas matemáticos ao estudo de um tema gerador, com idéia de se estar trabalhando interdisciplinaridade. É como dizer que Emília estava no sítio e colheu dez laranjas do pomar do Tio Barnabé. No caminho para a casa, comeu três frutas. Com quantas frutas ficou? Essa prática não reflete a amplitude de se trabalhar com projetos. Onde fica a questão desafiadora, intrigante, sugestiva? Se não há possibilidades de adequação, sensato é não incluir-se na proposta do projeto e esperar um novo tema, uma nova linha de pesquisa que contemple a exploração/investigação de conteúdos conceituais específicos.

Instrumentalizando o professor 

Organizados os planejamentos, chega à hora de o professor ampliar o seu universo de informações sobre o tema investigado. Nesse momento, é importante que toda a ação pedagógica se concentre na intervenção e na complementação de dados pesquisados. Se o ponto de partida – no caso desse projeto – foi assistir a um episódio do sítio, o professor precisa saber mais sobre as adaptações televisivas.

A seguir, apresentamos um pouco dessa história.

Logo após a morte de Lobato, aproximadamente dois anos, foi inaugurada a TV Tupi, emissora que levou ao ar o primeiro programa infantil do país, na primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo. A teatralização de Reinações de Narizinho, A Chave do Tamanho, Histórias de Tia Nastácia, Memórias de Emília, O Pica-Pau Amarelo, entre outros, foi duradoura, sendo um dos programas de maior audiência na história da TV brasileira. Cerca de treze anos após a suspensão do programa, Lobato voltou à TV numa produção da Rede Globo e apoio do Centro Brasileiro de Televisão Educativa. Muitas diferenças entre o primeiro e o segundo Sítio podem ser apontadas.

O primeiro Sítio contava com a TV recém-montada, sem videoteipe, o que causava dificuldades na teatralização perfeita dos episódios. Mas esse Sítio caracterizava-se por ater-se ao texto original e, quando havia modificações, a equipe procurava permanecer dentro do chamado espírito lobatiano. Já o atual integra a segunda fase da televisão brasileira: mais tecnologia, um sítio verdadeiro, com pomar, casa de alvenaria, estrebaria, possibilitando tomadas externas. Entretanto, a equipe encarregada não se atém ao livro com a mesma preocupação do outro Sítio.

Agora, uma simples bobagem de Emília, pode dar origem a uma gigantesca aventura, capaz de percorrer vários capítulos.

Nessa nova proposta, os programas passam a adotar a técnica da telenovela, divididos em capítulos, empregando clima de suspense ao final, com objetivo de fisgar o telespectador para o dia seguinte.

Apesar de manter o título, o conteúdo se distancia dos originais de Lobato.

Na versão contemporânea, outros elementos da modernidade são incorporados ao contexto: computador, telefone celular, etc. Objetivo: aproximar o telespectador mirim. E o conteúdo se mantém?

Esse é o desafio que vai para as crianças. Professor instrumentalizado, rico em informações, é capaz de despertar a curiosidade.

Lança-se o debate.

Desenvolvendo o trabalho prático 


É chegada a hora de conhecer a obra escrita por Monteiro Lobato. Muitos livros são colocados à disposição das crianças e a tarefa é descobrir sobre o que falam as histórias, quem são os personagens da Literatura Universal que visitam o Sítio, a que vieram, que tipo de linguagem Lobato utiliza, o vocabulário – complexidade, distanciamento da linguagem coloquial – uso do dicionário, realidade, fantasia, enfim: múltiplos questionamentos e infinitas descobertas através da leitura.

Os alunos vão anotando dados, relacionando as histórias que estão lendo com os episódios assistidos na TV, apontando semelhanças e diferenças encontradas em cada uma das formas de expressão. Interessante exibir, logo após essa análise, um episódio antigo do Sítio (possível de ser encontrado em algumas locadoras) para estabelecer-se um paralelo entre o livro, episódio antigo e adaptações da atualidade.

Nessa fase, as crianças estabeleceram comparativas (orais e escritos) sobre os três referenciais pesquisados: obra, episódio antigo, episódio recente, apontando transformações na construção de personagens, características físicas (roupa, cabelo, porte), características psicológicas (jeito de ser dos personagens), função social, importância no contexto, ambientes, cenários, etc.

Essa análise reflexiva objetiva entender o que e por que a obra sofre adaptações, qual a intencionalidade de Lobato ao escrever a obra, qual o objetivo da TV em exibir/adaptar episódios.

Tal procedimento evidencia o desenvolvimento das habilidades operatórias, ao mesmo tempo em que oportuniza a formação de leitores/telespectadores críticos e seletivos.

Relacionando com outras disciplinas 

Enquanto esse processo investigativo vai se organizando nas aulas de Língua Portuguesa, a Matemática poderá fazer uso da obra Aritmética da Emília, trabalhando o texto literário e dando conta de desenvolver questões relativas a frações, multiplicação, divisão, conteúdos extremamente trabalhados na obra. Para que não se perca o encantamento do projeto, o professor poderá organizar atividades práticas, tais como: jogos, brincadeiras, construções que permitam a investigação, observação, experimentação e desenvolvimento do conteúdo proposto.

O mesmo vai acontecer em Geografia (Geografia de Dona Benta), em História, Ciências (O Poço do Visconde) – e em qualquer área de conhecimento que busque uma ligação conceitual ao projeto. Meio Ambiente, alimentos, preservação da natureza, papel da família, relações entre patrões e empregados, zona rural, vida no campo, variações lingüísticas, personagens da Literatura Mundial, o homem no campo, lendas, superstições, religiosidade são exemplos de assuntos abordados na obra lobatiana que amplamente podem ser explorados na teia trama da interdisciplinaridade. Aqui entram a inventividade e o olhar diferenciado do professor-pesquisador, que cria estratégias diversificadas para conduzir o seu trabalho pedagógico pelos caminhos dos Temas Transversais.

Textos vão sendo criados, registros realizados, novos desafios lançados...

E a Inteligência sonora ou musical? Uma boa forma de desenvolvê-la é analisando a trilha sonora do Sítio, verificando se explora o tema da obra, se descreve os personagens, se está contextualizada. Feita a análise, uma boa sugestão é criar paródias, socializar as letras, incentivar a interpretação das músicas.

No que se referem às demais inteligências, pode-se criar propostas de desenho/pintura, histórias em quadrinhos, dramatizações de episódios, coreografias, montagem de cenários, dobraduras, teatro de fantoches (tudo envolvendo a temática do Sítio).

Outra sugestão é criar um almanaque que inclua: 

1- Capa (nome do almanaque, relação das atividades que aparecerão no livro), ilustração e equipe de trabalho.

2- Biografia de Monteiro Lobato (local e data de nascimento e morte, fatos marcantes de sua vida, obras que escreveu).

3- Descrição das principais personagens do Sítio: quem são e que importância assumem na história. É interessante que apareçam ilustrações junto às explicações.

4- Produção de uma história ilustrada que envolva as personagens do Sítio.

5- Caça-palavras ortográfico (dificuldades: s/z/ss – ç/c – g/j – ch/x).

6- Palavras cruzadas.

7- Curiosidades.

8- Tela para pintar.

9- Ligar pontinhos.

10- Labirinto.

11- Jogo dos sete erros.

12- Uma receita gostosa (de algum quitute) preparado no Sítio.

13- História em quadrinhos.

14- Construção de atividades lúdicas que apresentem os conteúdos trabalhados nas áreas de conhecimento que se envolveram no projeto.

15- Construção de trilhas numéricas que envolvam o raciocínio lógico-matemático.

Apresentando a culminância 

Convém lembrar que o planejamento é a chave para o sucesso de todo e qualquer projeto, por isso, as etapas para sua implantação devem ser respeitados.

1. Determinar o objetivo que se busca alcançar.

2. Transformar o objetivo em vários questionamentos.

3. Relacionar e disponibilizar diversas fontes de informação.

4. Explicar as fases do projeto.

5. Relacionar conceitos e conteúdos a serem pesquisados.

6. Instrumentalizar-se.

7. Registrar os resultados da pesquisa.

8. Criar estratégias diferenciadas para a aplicação dos conteúdos conceituais.

9. Traçar a interdisciplinaridade.

10. Organizar a culminância.

11. Avaliar o projeto.

Nenhum projeto pode ser feito e visto apenas por aqueles que o realizaram. É preciso que toda a comunidade escolar, inclusive os pais, possa tomar contato com o que foi produzido.

A culminância envolve a apresentação da produção dos resultados da investigação. É importante que sejam organizadas falas sobre o assunto abordado, exposição de objetos produzidos, representações dramáticas, músicas ensaiadas, painéis, gravações em áudio e/ou vídeo, CD-ROM ou ainda múltiplas linguagens que apresentarão os conhecimentos construídos.

Oportunizar a divulgação do que foi elaborado/produzido socializa o conhecimento, promove a auto-estima, valoriza o trabalho, incentiva novos projetos, aperfeiçoa a produção e possibilita a avaliação.

Por que Monteiro Lobato? 

Porque sua obra, além de ser acolhida positivamente pelas crianças, enriquece o íntimo, já que a imaginação recebe subsídios para enriquecer o real.

As personagens do Sítio compõem um cenário muito próximo da criança. Pedrinho, Narizinho e Emília vivem múltiplas peripécias, transcorridas no Sítio do Picapau Amarelo, nos arredores ou em diferentes pontos do espaço e do tempo e representam o espírito aventureiro, a curiosidade, a inventividade e a realização de muitos dos desejos infantis.

Dona Benta é a avó que todas as crianças gostariam de ter: doce, atenciosa, generosa e compreensiva. É parceira das crianças e, junto a elas, através de suas histórias, permite as idas e vindas entre o âmbito real e o da fantasia, concedendo interferências nos relatos, mudanças no final das histórias, críticas e opiniões.

Tia Nastácia é a sabedoria popular, a detentora do aprendizado pela vida, a negra que, mesmo na condição de empregada, participa ativamente da educação das crianças. Sabe tudo sobre lendas, mitos e superstições. É conhecedora do folclore brasileiro. Estabelece relações afetivas entre as diferentes camadas sociais.

Visconde de Sabugosa é a personificação da cultura, da pesquisa, do saber necessário que deve ser construído desde a infância. Na sua fala e em suas intervenções, procura repartir com os leitores mirins a importância dos livros, a necessidade do homem estar em contato com a ciência, o valor da tecnologia e os perigos que a má condução dessa modernidade pode causar quando, indiscriminadamente, são utilizados sem ética e adequação.

A Cuca rompe rompe com os padrões convencionais do anti-herói. É uma bruxa genuinamente brasileira que representa os medos, as fantasias infantis, a possibilidade de jogar com o ficcional na resolução dos problemas anteriores.


Lobato é um pouco de tudo: traz a literatura universal para dentro de suas obras, desperta o interesse pela cultura mundial, ensina mitologia, apresenta heróis literários, divulga personagens ficcionais de procedência diversificada.

A criança que lê as obras de Monteiro Lobato é convidada a participar ativamente da narrativa; o leitor é resgatado de uma posição passiva e transformado em indivíduo atuante, co-participante das aventuras. Através das personagens, a criança encontra-se com a autonomia da palavra e, questionando o mundo, torna-se proprietária dela.

O ponto alto desse fenômeno se dá quando o ato de ler alcança o seu significado integral, ou seja, quando permite o conhecimento do mundo, mas igualmente oportuniza que este mundo seja exposto, discutido, analisado e recriado.

E a obra de Monteiro Lobato permite essa reinvenção, sem que se perca o limite entre a realidade e a fantasia.

Isto ratifica a viabilidade de se ler e de se trabalhar a sua obra, conferindo-lhe assim, atualidade e permanência, qualidades próprias dos verdadeiros clássicos universais.


Literatura infanto-juvenil

·                     1 – Reinações de Narizinho
·                     2 – Viagem ao céu e O Saci
·                     3 – Caçadas de Pedrinho e Hans Staden
·                     4 – História do mundo para as crianças
·                     5 – Memórias da Emília e Peter Pan
·                     6 – Emília no país da gramática e Aritmética da Emília
·                     7 – Geografia de Dona Benta
·                     8 – Serões de Dona Benta e História das invenções
·                     9 – D. Quixote das crianças
·                     10 – O poço do Visconde
·                     11 – Histórias de tia Nastácia
·                     12 – O Picapau Amarelo e A reforma da natureza
·                     13 – O Minotauro
·                     14 – A chave do tamanho
·                     15 – Fábulas
·                     16 – Os doze trabalhos de Hércules (1º tomo)
·                     17 – Os doze trabalhos de Hércules (2º tomo)

PROJETO MONTEIRO LOBATO

LÍNGUA PORTUGUESA: A partir dos livros de Monteiro Lobato, trabalhar a oralidade, reescritas dos textos, textos coletivos e individuais, estudo da gramática, interpretação, ortografia e caligrafia, sinais de pontuação, sinônimos e antônimos, masculino e feminino, singular e plural e estimular a leitura.
LIVRO: EMÍLIA NO PAÍS DA GRAMÁTICA.
LIVRO: FÁBULAS
DICIONÁRIO DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO.

Gêneros Textuais: Gibis do Sítio (histórias em quadrinhos), Biografia dos alunos (tendo como base a biografia de Monteiro Lobato), Entrevistas (para os pais e avós, se conhecem o sítio, se viam na televisão, sobre as brincadeiras antigas, costumes do folclore, etc...), Cartas para os personagens do sítio, Teatro (forma de texto), Literatura (fichas de leitura com as fábulas do autor), Trava-línguas, parlendas e adivinhas com o pessoal do sítio, calendário ilustrado com os personagens, Contexto social em que vivem (forma de falar, do Tio Barnabé e Tia Nastácia – popular, e forma culta de Dona Benta e Visconde), erros de pronúncia (Emília- que mistura as palavras), etc.

LITERATURA: Estimular a leitura e interpretação. Apresentação da obra de MONTEIRO LOBATO e da sua grande importância na literatura. Fazer uso de vídeo ou DVD para reforçar o trabalho, uso da biblioteca, cantinho da leitura e contação de histórias.

ARTES CÊNICAS (TEATRO): Dramatizações, fantoches, confecção de figurinos, encenação de peça teatral com os personagens do SÍTIO com roteiro adaptado da obra de MONTEIRO LOBATO.

MATEMÁTICA: Trabalho com material concreto: canudinhos, palitos de fósforo e de picolé, pedrinhas, papel, etc. (Agrupamento de dezenas, conjuntos, gráficos, ordem crescente e decrescente). Adição,subtração, multiplicação e divisão.
LIVRO: ARITMÉTICA DA EMÍLIA

JOGOS MATEMÁTICOS: Reforçar os conceitos matemáticos com jogos lúdicos, fixar o conceito de quantidade e representação do numeral, jogo da memória, dominó de multiplicação, TANGRAN, agrupamento de unidades, dezenas e centenas, conjuntos.
Utilizar as figuras dos personagens do SÍTIO DO PICAPAU AMARELO para estimular os alunos (Jogo da Velha).

GEOGRAFIA: Espaço geográfico (definição), endereço da escola e do aluno, bairro, estações do ano, meses do ano, meios de transportes (terrestre,aquático e aéreo), meios de comunicação, zona urbana e rural. Fazer paralelo com a vida no SÍTIO DO PICAPAU AMARELO com as questões a serem estudadas.
Estudo das interações sociais em que vivemos, conceito de cidadania, respeito às regras e leis, direitos e deveres. Reforçar a importância de uma sociedade mais justa e fraterna (menos violenta). Todos nós vivemos e participamos de uma sociedade e que ninguém consegue viver sozinho.(Utilizar o exemplo da vida no SÍTIO DO PICAPAU AMARELO e suas interações sociais).
Estimular o turismo pela própria cidade, fazer uso de folders, vídeo e DVD e se possível passeio de estudo em um SÍTIO, para vivenciar as Aventuras dos personagens estudados no SÍTIO DO PICAPAU AMARELO.
LIVRO: GEOGRAFIA DA DONA BENTA.

CIÊNCIAS: A importância da água, consciência ecológica, hábitos de higiene, partes do corpo, partes das plantas, alimentação saudável, animais domésticos e selvagens. Fazer um paralelo com a vida no SITIO DO PICAPAU AMARELO com as questões a serem estudadas.
LIVRO: REINVENÇÃO DA NATUREZA

HISTÓRIA: Família (vários tipos), datas cívicas, passado, presente e futuro (certidão de nascimento, identidade), escola, trânsito e profissões. Aproveitar que Narizinho e Pedrinho vivem com a avó Dona Benta para exemplificar os vários tipos de família que hoje existem.
Desenvolver o senso crítico nos alunos, questionando e instigando o pensamento e as razões para as atitudes das pessoas no convívio em sociedade. Disseminar os valores universais do ser humano, como verdade, justiça, amizade, autoconhecimento, honestidade, respeito, responsabilidade e solidariedade. Utilizar exemplos da obra de Monteiro Lobato.
LIVRO: FÁBULAS.
A importância da cultura africana na miscigenação do povo brasileiro.
LIVRO: O SACI.
FOLCLORE-TIA NASTÁCIA

ENSINO RELIGIOSO: Datas Comemorativas, Valores Universais, Reconhecer e respeitar todos os credos religiosos, assim como as diversidades culturais e étnicas. Estimular o respeito e o
convívio fraterno entre as pessoas. Diminuir preconceitos e buscar a valorização de todos. Usar como exemplo o convívio e a harmonia dos personagens no SÍTIO DO PICAPAU AMARELO. LIVRO: O PICAPAU AMARELO

LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS): Conceitos básicos da língua estrangeira: saudações, cores, números, nomes de animais e frutas, além de músicas. Uso de CD para facilitar a pronúncia e estimular os alunos. (Animais e frutas do SÍTIO).
Aproveitar o personagem Quindim (Rinoceronte) do Sítio.

ARTES: Confecção de trabalhos artísticos, releituras, desenhos, fantoches, cartazes sobre a obra de Monteiro Lobato. Trabalhar danças folclóricas e de personagens do SÍTIO DO PICAPAU
AMARELO. Musicas de roda e brincadeiras infantis e músicas dos personagens e do sítio.

EDUCAÇÃO FÍSICA: Resgate dos brinquedos e brincadeiras antigas que a turma do SÍTIO menciona. Valorização da cultura brasileira.

INFORMÁTICA: Pesquisa sobre o tema, imagens de Monteiro Lobato, Emília, a História do Sítio do Picapau Amarelo, Biografia do autor, CD-ROM da turma do sítio, visualização dos personagens, história do sítio na TV, etc.
Estimular a importância da pesquisa no processo ensino--aprendizagem e a participação dos pais na vida escolar de seus filhos. Pesquisar sobre um tema visto em outra disciplina, etc. Dar apoio em forma de pesquisa para reforçar os temas estudados.

29.10.11

Introdução

     O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

História do Dia das Bruxas

     A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
     Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
     Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

     Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
     As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

     No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.
     Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.
     Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).

31.7.11

Planejamento Anual (Educação Infantil)

PLANEJAMENTO ANUAL

BERÇÁRIO
OBJETIVO
Desenvolver harmonicamente os aspectos físicos, psíquicossociais do bebê, respeitando sua maturidade emocional. Desenvolver a psicomotricidade da criança através do corpo e do movimento.

ATIVIDADES

·  Estimulação tátil (acariciando o bebê sempre que possível e conversas diárias).
·  Estimulação visual, através de objetos coloridos, que permitam o manuseio com as mãos e a boca.
·  Estimulação de movimentos como se arrastar, engatinhar para buscar um objeto. Incentivar também o andar, segurando-o com as mãos.
·  Estimulação verbal conversando com a criança todo o tempo, brincando e sorrindo.
·  Introdução de alimentos com a paciência do professor, pois a adaptação nem sempre é fácil.
·  Trocas de roupas e fraldas contínuas, sempre que for necessário.
·  Banhos agradáveis, acompanhados de conversas e músicas.
·  Músicas gestuais e cantigas de roda (sentados).
·  Exercícios com bolas e brinquedos de encaixe, quando a criança apresentar maturidade.
·  Incentivo a fala.
·  Imposição de limites, dizendo não, toda vez que a criança colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.

29.6.11

Dinâmicas

1. Estimulando a A Pensar e se Comunicar
O professor diz uma palavra, qualquer coisa, melhor relacionada com as férias, e os alunos tem que dizer a primeira coisa que lhes vier na memória.
Deixar correr a imaginação.
Fonte: ABEC

2. Meu nome é...
Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.

3. Da confusão à ordem
Estas atividades são ideais para que a criança perceba a necessidade da organização para o bom desempenho das atividades. O professor pode, a partir da fala das crianças, levantare algumas regras para a organização em sala de aula.
Pedir para que as crianças, todas ao mesmo tempo, cantem uma música para o seu companheiro do lado (esta atividade gerará um caos); depois pedir a um aluno que cante a música dela para a classe. As crianças perceberão como o caos é desagradável e como a ordem tem um sentido. O professor poderá levantar com as crianças outras.

4. Os animais na classe
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental As crianças sentam-se em círculo na sala. Cada uma tem que escolher um nome de um animal.
O professor narra uma história, que com frequência apareça o nome desses animais. Cada vez que se pronuncie um deles, o aluno que o haja escolhido tem que levantar-se e emitir o som que faz o seu animal. Por ex._ se o professor disser:"galo", o aluno que o tenha escolhido deverá imitá-lo: "Kikirikiki!" e assim por diante.

5. Brincadeira das bexigas
(Para animar os alunos e também para transmitir a eles a importância do trabalho em grupo)
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Quando todos já tiverem enchido explique que terão que ficar jogando as bexigas para cima como se fosse uma peteca (mas de forma suave) de forma a que não caiam no chão e que irá fazendo sinal aos alunos que deverão ir saindo da brincadeira. Os alunos que ficarem não podem deixar as bexigas caírem, os alunos vão saindo mas as bexigas que eles estavam jogando continuam no jogo.
No início será fácil mas à medida que você for acenando aos alunos para saírem os outros vão tendo cada vez mais trabalho para equilibrar as bexigas, cada vez em número maior que o de alunos. Termine a brincadeira quando tiver apenas um aluno sozinho tentando manter todas as bexigas no ar.
Pergunte a eles o que acharam da brincadeira, se foi fácil ou difícil. Eles certamente lhe dirão que no início foi fácil, mas à medida que os alunos foram saindo foi ficando cada vez mais difícil. É hora então de você conduzir para a idéia que você quer (se algum aluno já não tiver feito isso) de que o trabalho em grupo também é assim, quanto mais elementos do grupo ficarem de fora na hora da execução, mais trabalho e menos chance de sucesso terão os elementos que estiverem executando o mesmo.

6. Inventar Expressões Faciais
Apresentar às crianças uma situação para pô-las alegres.
Por exemplo: Estamos na escola e de repente recebemos a notícia que naquele dia iremos todos juntos ao parque. Como manifestaremos nossa alegria?
As crianças tem que nomear o maior número de expressões alegres( saltar, levantar os braços, aplaudir, sorrir.) Faça o mesmo com a tristeza ou outros sentimentos.

7. Espelho (para integração dos alunos)
Forma-se um círculo.
Um aluno deverá se mover livremente, movimentando os braços, as pernas, fazendo caretas, etc., adotando posturas e atitudes que os demais possam imitar. Os outros alunos têm que seguir-lhe ao som de uma música.
Quando este parar, os demais também devem parar. Se ele correr os outros também devem correr. A pessoa que devemos imitar também pode ficar girando devagar no centro do circulo para que todos os participantes possam ver. O jogo para quando se perceber que o interesse da turma diminuiu.
Créditos: Associação Brasileira de Educação e Cultura.


8. Os animais na classe
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental As crianças sentam-se em círculo na sala. Cada uma tem que escolher um nome de um animal.
O professor narra uma história, que com frequência apareça o nome desses animais. Cada vez que se pronuncie um deles, o aluno que o haja escolhido tem que levantar-se e emitir o som que faz o seu animal. Por ex._ se o professor disser:"galo", o aluno que o tenha escolhido deverá imitá-lo: "Kikirikiki!" e assim por diante.

9. "Abraços Musicais Cooperativos"
Definição: Trata-se de saltar no ritmo da música, abraçando-se a um número progressivamente maior de companheiros até chegar a um grande abraço final.
Objetivos: Favorecer o sentimento de grupo desde a chegada positiva de todos.
Material: Um aparelho de música ou um instrumento musical.
Ordem de partida: Ninguém deve ficar sem ser abraçado.
Desenvolvimento:
1. Uma música soa, os participantes começam a dançar; quando a música para, cada pessoa abraça a outra. A música continua, os participantes começam a dançar, se querem, podem dançar com o companheiro. Na seguinte vez que a música parar, se abraçam três pessoas. O abraço vai ficando cada vez maior até chegar a um grande abraço final.
Avaliação: O jogo tenta romper o possível ambiente de tensão que pode haver no princípio de uma sessão ou um primeiro encontro. Cada participante expressará como se sente e como viveu o jogo.

10. De Havana Veio um Barco Carregado De...
O professor pensa em uma família de animais, pessoas, comidas ou objetos. E diz aos seus alunos: De Havana veio um barco carregado de... animais de quatro patas." os alunos deverão ir dizendo, um por um, animais de quatro patas." Se algum aluno não souber dizer nenhum, perde a vez ou é eliminado do jogo, como queira. O nível de dificuldade pode variar dependendo da família. Por exemplo: no INFANTIL bastaria dizer:"de Havana veio um barco carregado de... animais.", no PRIMARIO: "de Havana veio um barco carregado de... verduras", e no SECUNDÃRIO:"De Havana veio um barco carregado de …personagens históricos."

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